O BI sem data quality não tem tanta “intelligence” nem serve ao “business”

Temos a tendência em acreditar que tudo é novidade na área da tecnologia da informação. Nós, os mais “antigos” temos vistos temas sendo revisitados e relançados. Assim como na moda, a área de TI abandona algumas tecnologias para anos depois, relança-las com alguma roupagem nova e/ou releitura. E mais, em TI, temos a indiscreta mania de fazer isso com nomes pomposos, estrangeiros, e, se for sigla então, fica parecendo mais novidade ainda!

Pois bem, com Data Quality não seria diferente. Muitas empresas ao redor do globo já praticam alguma forma de DQ. Lembrando, que existem níveis de maturação de empresas, pessoas, processos e dos próprio dados, quando falamos de DQ.

Por exemplo, qualquer pré-checagem de dados, na sua entrada (na digitação mesmo), ou, uma verificação (constraint) na coluna de uma tabela do RDBMS já é um passo em direção ao DQ.

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Força Bruta com Banco de Dados

HexorBase é um utilitário no máximo razoável, mas, que se não for de grande serventia, é pelo menos diversão garantida para muitos DBA’s e SysOP’s que gostam de dar aquela olhadinha no alheio. O próprio desenvolvedor se refere ao HexorBase como fuma ferramenta hacker (???), e, tantas outras como uma ferramenta de administração de bancos de dados de múltiplos fabricantes (???). A bem da verdade não é nem uma coisa, muito menos outra. Mas, o Hexorbase é um ferramenta que irá proporcionar: – Descoberta de banco de dados: Informa-se um rol (range) de IP’s, e, ele irá vasculhar dentro destes, se existe algum banco de dados “escutando”.  Quem nunca usou um PORT SCANNER na vida que me atire a primeira pedra. Pois é, até aqui um mero port scanner, contudo, dedicado a buscar por RDBMS. Consegui achar MySQL, Oracle, PostGreSQL, SQL Server. Continue lendo Força Bruta com Banco de Dados

Backup lógico e tabelas federadas em: o mistério do backup malcriado

Medo de FederatedÉ muito frustrante quando precisamos retornar um backup, e, fatalmente, descobrimos que o arquivo está corrompido ou até incompleto. Às vezes, mais do que frustração, esta prosaica situação pode vir acompanhada de prejuízos, aborrecimentos, demissões, e, outras chatices.

Portanto, cuidar dos backups é como cuidar de um investimento de longo prazo. É preciso acompanhar de perto… e com os dois olhos muito abertos!

Nunca é demais repetir o meu mantra do backup perfeito:

– Raid não é backup! Não adianta ter uma mega-hiper-super avançada controladora de discos e seus espelhamentos. Em caso de ‘DELETE’ ou ‘UPDATE’ acidental, sua controladora irá atualizar todos os discos em Dobra Máxima, e nem o Senhor Sulu irá lhe ajudar a reverter o processo.

– Múltiplos Slaves é mais do mesmo em caso de escritas acidentais. Pergunte ao Senhor Spock.

– Back Up dever ser encarado como uma política de segurança e continuidade de negócio composta de: processos rígidos, técnicas, equipamentos e pessoas. Processos descrevem como (tipo de backup: lógico/textual, binário, incremental, diferencial, total), quando e qual granularidade deve ser feito o backup e seu controle de qualidade. Técnicas quais recursos e elementos técnicos devem ser adotados. Equipamentos nos direciona para qual tipo de dispositivo local ou remoto será utilizado, e, Pessoas significa quem faz, quem confere, quem atua em caso de desastre.

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