Backup lógico e tabelas federadas em: o mistério do backup malcriado

Medo de FederatedÉ muito frustrante quando precisamos retornar um backup, e, fatalmente, descobrimos que o arquivo está corrompido ou até incompleto. Às vezes, mais do que frustração, esta prosaica situação pode vir acompanhada de prejuízos, aborrecimentos, demissões, e, outras chatices.

Portanto, cuidar dos backups é como cuidar de um investimento de longo prazo. É preciso acompanhar de perto… e com os dois olhos muito abertos!

Nunca é demais repetir o meu mantra do backup perfeito:

– Raid não é backup! Não adianta ter uma mega-hiper-super avançada controladora de discos e seus espelhamentos. Em caso de ‘DELETE’ ou ‘UPDATE’ acidental, sua controladora irá atualizar todos os discos em Dobra Máxima, e nem o Senhor Sulu irá lhe ajudar a reverter o processo.

– Múltiplos Slaves é mais do mesmo em caso de escritas acidentais. Pergunte ao Senhor Spock.

– Back Up dever ser encarado como uma política de segurança e continuidade de negócio composta de: processos rígidos, técnicas, equipamentos e pessoas. Processos descrevem como (tipo de backup: lógico/textual, binário, incremental, diferencial, total), quando e qual granularidade deve ser feito o backup e seu controle de qualidade. Técnicas quais recursos e elementos técnicos devem ser adotados. Equipamentos nos direciona para qual tipo de dispositivo local ou remoto será utilizado, e, Pessoas significa quem faz, quem confere, quem atua em caso de desastre.

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Qual a diferença entre ETL e MDM?


MDM
ETL é um velho conhecido. ETL significa Extract – Transform – Load, ou, em “bom quase bom português”: Extrair, Transformar e Carregar. Nos últimos anos alguns “vendors” (fabricantes), notadamente, a IBM, tem aparecido com “várias variações”, tais como: TEL e T-ETL, por exemplo. Mas, no fundo “ETL” em que pese o significado de suas “letrinhas combinadas” é um processo de migração, de transporte de dados.

 O objetivo máximo de uma ferramenta de ETL é transportar dados de uma ou mais fontes de origem (A) para um destino (B). Normalmente, (A) é uma banco de dados relacional e/ou arquivos texto (xml, csv, “plain text”). E, o destino ou (B), geralmente, é um Data Mart ou Data Warehouse (banco de dados relacional, NoSQL, BigData, etc). Obviamente, existem outros usos mais específicos (e até mais bacanas) para ETL.

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Apertem os cintos o Piloto (digo o DBA) sumiu :=D

pedido-de-desculpas-do-titio
Titio diz: “Desculpem-me”

 Wow! Fazem  4 meses que não escrevo nada? Não é verdade! Tenho escrito tanto relatório que estou com a ponta dos dedos doendo 😀 Mas, o fato é que tenho dado pouca atenção ao blog, não por displicência, para, pela mais honesta e pura falta de tempo. Antes que perguntem, sim, o dinheiro anda faltando, o que não falta é relatório para escrever.

Então, atendendo ao meus nada indiscretos ex-alunos, que insistem tanto, vamos voltar a tagarelar um pouco.

Desculpas pela ausência! E obrigado pelos emails!