Criando Usuário no IBM DB2

 

Usuários! É impossível escutar este nome e não associar com TRON. Adoro quando escuto algum programa gritando “Usuário!!!!”. Como se usuário fosse uma coisa infernal. E, é. Há aqueles que associam com drogas. De qualquer forma, usuário nunca é coisa boa 🙂

Quando pensamos em DB2, a primeira coisa que é preciso ter em mente é que: o DB2 não tem CREATE USER. O DB2 não tem CREATE LOGIN. Esquece.  Voce não vai conseguir criar usuário no DB2. Sai dessa!

O DB2 utiliza o usuário do próprio sistema operacional como credencial. Portanto, para ter acesso aos dados e objetos do DB2, o primeiro passo é a criação de um usuário no sistema operacional. Aqui, vou usar um LINUX CentOS. Lembrando que é preciso ter privilégio de root no sistema operacional para que esta tarefa possa ser concluída com êxito.

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Microsoft SQL Server: Detectando Índices Fragmentados – Melhorando a Performance

Assim como o disco, fisicamente, torna-se fragmentado; também acontece com toda organização lógica que venha fazer uso desta mídia. Tablespaces, tabelas, e, índices. Todos se fragmentam. Faz parte do negócio. É regra do jogo, se quiser brincar, aceite-as. A fragmentação (não importa o objeto de banco de dados em questão) acontecerá mais, ou menos, dependendo do tipo de operação do banco de dados.

Bancos de dados transacionais (OLTP) tendem a se fragmentar muito muito mais do bancos de dados de consulta massiva (OLAP/DW). Pelo menos, se sustentados da maneira correta.

Quanto mais escrita, maiores as probabilidades de fragmentação. A modelagem podem afetar, também, a fragmentação.

Claro que, tudo que está fragmentado está bagunçado. E, tudo que está bagunçado não vai bem. No caso de banco de dados, isto significa uma redução de performance.

O efeito colateral mais esperado da desfragmentação é o aumento de performance, ou, se preferir: recuperação da performance perdida. Neste artigo, trataremos, puramente, da fragmentação de índices.

Mas, para os loucos por um código pronto, vamos ao que interessa: Fragmentação de Índices no Microsoft SQL Server. Lidar com fragmentação, envolve duas etapas básicas: identificação e ação.

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Novo MySQL 8.0 lançado!

Todos os anos novos produtos são lançados. Na área de TI não é diferente. Já vi muita coisa boa ser lançada, reeditada, copiada… Mas, também já vi muito lixo tecnológico e “emblomation” de marketing. Nestes 34 anos de TI, já muita coisa. No mundo de banco de dados não é diferente.

O MySQL escorregou em alguns lançamentos. Mas, não é o caso desta versão 8.0 que traz algumas significativas melhorias. Na minha opinião, o que realmente conta:

Dicionário de Dados: Quem tem muitos objetos em sua instância vai entender o do que estou falando. Tenho clientes com mais de 3 milhões de objetos, e, não é divertido dar um simples SELECT no (DES)INFORMATION_SCHEMA. Travamento de instância, lentidão, LOCK (YES, LOCKS!). O novo dicionário de dados, chega em boa hora, e, parece resolver este problema.

ROLES! Nada faz mais sentido do que agrupar um monte de papéis e atribuir estes papéis a um determinado usuário, ao invés da eterna chatice de ficar atribuindo um-a-um cada privilégio de cada sujeito. Os mais malas-sem-alça, certamente, já tinha criado uma PROC para copiar privilégios. Mas, pára! Estamos nos século 21, estava na hora!

Índices invisíveis: Não entendi? Para que eu quero um índice que nem o MySQL enxerga, e, não usa em nenhuma query. Ah! Pequeno Padawan, eu explico. Nunca “dropou” um índice de uma tabela gigante, se arrependeu, e, depois ficou assistindo toda uma temporada de GoT, enquanto, recriava o maldito índice? Essa é a vantagem dos índices invisíveis. Voce coloca um índice na geladeira, se ninguém deu falta dele, após algum tempo, voce capa ele fora.

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