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Processos Automatizados (batches)

men_at_workDê ao homem certo a ferramenta certa e este operará verdadeiros milagres. Agora, dê a ferramenta errada ao cara errado, e o desastre é certo! Venho insistindo nisto já faz algum tempo, e, creio que não custa batermos nesta tecla uma vez mais.

As bases de dados estão crescendo rápido. E não, não estou falando de big data. As bases OLTP estão crescendo, e, com isso a quantidade de informação a ser escrutinada em busca de conhecimento fica maior a cada dia.

Não dá para vencer esta guerra com um único e simples bando de SELECT’s. Não, não dá!

À medida que nossas bases crescem, crescem também sua complexidade no quesito manutenção e otimização. Fica mais dificil, e lento, extrair resultados estatísticos e gerenciais das mesmas.

Quando falta ferramenta tem de sobrar Inteligência e Criatividade.

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Qual a diferença entre NAS e SAN?

Apesar da sopa (ou soupa, como diz um colega) de letrinhas ser muito parecida, e, com objetivos similares, as características são bem diferentes. E diria que até a aplicação de uma e outra encontram lugares bem distintos. Contudo, a semelhança mais marcante entre SAN e NAS é que ambos são dispositivos de armazenamento ligados em rede.

De maneira muito simplicista, é uma forma de armazenar informações, para múltiplos propósitos, de maneira organizada e centralizada. Por ser um dispositivo,

Topologia NAS

não é possível admitir que um NAS ou SAN seja os discos locais de um servidor de banco de dados, por exemplo.

Normalmente, um NAS ou uma SAN são dispositivos especializados que provém melhor performance de leitura/escrita, melhor segurança, e, obviamente, interconectividade.

NAS – Network Attached Storage

Uma típica arquitetura com NAS pode ser visto na figura “Topologia NAS” onde temos alguns servidores conectando-se a um Disk Array (conjunto de discos) via LAN através de TCP/IP. É possível montar uma infra-estrutura NAS via WI-FI, inclusive. Exemplos bacanas de uso de NAS: compartilhamento de arquivos colaborativos (excel, word, ppt, etc); repositório de imagens de um e-commerce; compartilhamento de multimedia (fotos, filmes, músicas); caixa de entrada para servidores de emails; enfim, as utilidades são diversas, mas, notem que não incluí aqui o uso com banco de dados. No entanto, os appliances NAS tem encontrado cada vez o seu nicho: Back Up. Em minha humilde opinião, acredito que este é sem dúvida a área de atuação imbatível para appliances NAS.

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Em defesa da Honra e do Respeito

Meus amigos. Eu sei que o BLOG é para falar sobe MySQL. E quem me conhece, sabe que faço com o maior carinho e respeito por o lê. Mas, quero pedir licença à voces para fazer um desabafo e desagravo.

Também sei que somos o país do futebol. Sei disso. Não sou Corinthiano (é assim que se escreve?). Estava dando aula de Performance Tuning quando o Corinthians ganhou merecidamente de forma honrosa a Libertadores. Sou São Paulino. Fiz sacanagem com os alunos corinthianos (que nome feio 🙂 ), mas, no fundo eu torcia pelo Corinthians que naquele momento representava o Brasil, mesmo, que alguns estivessem torcendo contra. Eu não estava. Sou Brasileiro, assim mesmo, com B. Jamais torceria para outro país.

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